DRS Antonina - Desenvolvimento Regionál Sustentável Antonina - PR


Antonina - PR
INICIAL O DRS PARCEIROS PROBLEMAS AÇÕES PARTICIPE! CONTATO
   
 

Cidade de Antonina - PR

01Antonina guarda em suas ruas estreitas e suas construções seculares mais de 300 anos de história. A cidade viveu sua fase áurea durante o Ciclo da Erva-Mate, na segunda metade do século XIX. Hoje, essas construções atraem milhares de turistas, que encontram nelas uma forma de conhecer o passado e aprender mais sobre a história do Paraná.


O Paraná nasceu no século XVI, durante o Ciclo do Ouro, quando surgiu Paranaguá e no século seguinte as vilas de Antonina e Morretes.
A história do povoamento das terras de Antonina teve início em 1648, quando a região conhecida como enseada de Guarapirocaba (hoje ilha do Teixeira) foi concedida aos seus pioneiros povoadores.

02

O capitão-Provedor sesmeiro de Nova Vila (Paranaguá), Gabriel de Lara, concedeu as primeiras sesmarias do litoral paranaense aos senhores Antonio Leão, Pedro Uzeda e Manuel Duarte, considerados fundadores de Antonina.

Segundo Ermelino de Leão, o fundador da Capela de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa (Antonina) foi o Sargento-Mor Manoel do Vale Porto, que por aqui aportou junto a Ilha da Graciosa (Corisco) onde constituiu um sítio com o mesmo nome, estendendo-se até a atual sede do município. A pequena Ilha da Graciosa, transformou-se em Sítio, Freguesia e em Vila Antonina, desde essa época os moradores da cidade de Antonina ficaram sendo conhecido como “Capelistas”.


Antonina dos Anos 50


03Vista aérea. Detalhe central da cidade, onde existiam vários pontos para embarque/desembarque de navios, que teve seu auge de movimentação nesses anos.
Em 1714, D. Frei Francisco de São Jerônimo, bispo do Rio de Janeiro, autorizou a construção de uma capela em homenagem à Virgem do Pilar nesse pequeno povoado e, assim, 12 de setembro de 1714 ficou considerada a data de fundação de Antonina, em homenagem ao príncipe D. Antonio e, três meses depois, foi elevada à categoria de cidade.

04


Localização

Situada na baía que leva o mesmo nome, na parte em que o mar mais avança dentro do continente, por isso mesmo ganhou um porto que chegou a ser o quarto mais importante do país, em movimentação de carga. Foi neste período - início do século XX - que a cidade cresceu rapidamente, ganhando edificações, um teatro e um lugar de destaque no cenário político e econômico do Estado.
A área do município de Antonina é de 846 km2. Situa-se na extremidade ocidental da baía de Paranaguá, a 5 m de altitude.
Mapa Curitiba-Antonina via Br-277 (colocar no site somente o link abaixo para visualização do mapa)
<iframe width="640" height="480" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com.br/maps?f=d&amp;source=s_d&amp;saddr=antonina&amp;daddr=morretes+to:curitiba&amp;geocode=&amp;hl=pt-BR&amp;mra=ls&amp;sll=-25.376291,-48.992157&amp;sspn=0.57076,0.878906&amp;ie=UTF8&amp;ll=-
25.384976,-48.99353&amp;spn=0.595532,0.878906&amp;z=10&amp;output=embed"></iframe><br /><small><a href="http://maps.google.com.br/maps?f=d&amp;source=embed&amp;saddr=antonina&amp;daddr=morretes+to:curitiba&amp;geocode=&amp;hl=pt-BR&amp;mra=ls&amp;sll=-25.376291,-48.992157&amp;sspn=0.57076,0.878906&amp;ie=UTF8&amp;ll=-25.384976,-48.99353&amp;spn=0.595532,0.878906&amp;z=10" style="color:#0000FF;text-align:left">Exibir mapa ampliado</a></small>
Mapa Turístico de Antonina

06

1. Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar
2. Igreja de São Benedito
3. Igreja Bom Jesus do Saivá
4. Fonte da Carioca
5. Estação Ferroviária
6. Sede da Prefeitura Municipal
7. Teatro Municipal
8. Praça Coronel Macedo
9. Praça
10. Complexo Industrial Matarazzo
11. Prainha
12. Ponta da Pita
13. Ponta do Félix
14. Rio do Nunes
15. Pico Paraná
16. Parque Estadual Agudo da Cotia
17. Bairro Laranjeiras
18. Bairro Alto
19. Usina Hidrelétrica Parigot de Souza (Capivari- Cachoeira)
20. Porto Barão de Tefé
21. Estação Rodoviária


ATRAÇÕES TURÍSTICAS

Setor Histórico


A importância da arquitetura luso-brasileira e eclética está na harmonia do conjunto formado por sobrados, ruínas e calçadas de pedra. Localiza-se na área central da cidade.

A cidade é uma atração em seu todo. Você pode conhecer Antonina passeando a pé, por suas estreitas e bucólicas ruas com suas casas do tempo colonial. Parar no trapiche da Feira-Mar e apreciar a beleza e imensidão de sua baía. Sentar num dos bancos da praça da Igreja Matriz e sentir o aroma emanado das lindas flores e centenárias árvores.

07



Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar

No ponto mais alto do anel central de onde se descortinam a baía, montanhas e parte de Paranaguá, a Igreja Matriz confunde-se com a história da cidade, fundada em 1714. Localiza-se na Praça Coronel Macedo - Centro.

08


Igreja de São Benedito

De construção secular, suas características coloniais foram alteradas sem serem seguidas normas de restauração. Segundo a tradição, esta igreja era refúgio religioso dos escravos que viam no milagroso Santo, o seu protetor contra a perseguição do homem branco. A imagem da igreja está pintada no seu interior. Localiza-se na Rua Doutor Carlos Gomes da Costa.
09

Igreja Bom Jesus do Saivá

Obra histórica do século XVIII, teve sua construção iniciada provavelmente entre os anos de 1789 e 1817, quando a mulher do Capitão-Mor da cidade, o ilustre Manoel José Alves, fez promessa de construir uma capela dedicada ao culto do Senhor Bom Jesus, se obtivesse a graça de ser curada de uma grave enfermidade. Em virtude do falecimento de seus principais patronos em 1837, a capela não foi concluída, dependendo de outros donativos para seu término. O monumento religioso foi tombado em 1970, completamente restaurado em 1976.
10

Sede da Prefeitura Municipal

11O prédio que serve de sede à Prefeitura Municipal é uma construção de aspecto centenário, datada de 1914. Possui uma placa comemorativa do 44º ano de visita do Imperador D. Pedro II a Antonina.

No seu interior destacam-se belas pinturas a óleo com motivos diversos, entre os quais uma paisagem da baía de Antonina. Tel. (0xx41) 3978-1000. Localiza-se na Rua XV de Novembro, 150.


Teatro Municipal

12Construído na segunda metade do século XIX, durante a fase áurea da economia de Antonina. Consta que o “Theatro” teria sido construído pela Sociedade Teatral de Antonina, fundada em 1875, sendo que a Prefeitura adquiriu o espaço no início do século XX. Possui uma área construída de 630 m2, estilo eclético, rico em adornos. Localiza-se na Rua Dr. Carlos Gomes da Costa, 322.

Horário de atendimento: segunda-feira a sexta-feira das 8h às 11 h e das 13h30 às 17 h.



Estação Ferroviária
13
A Estação Ferroviária de Antonina, terminal ferroviário da Linha Morretes - Antonina, é um exemplo vivo da fase áurea do mate, quando Antonina se destacava como o quarto porto brasileiro. A construção deste prédio data do ano de 1916, após o incêndio que destruiu a pequena estação em madeira. De estilo eclético, o prédio foi restaurado recentemente, sendo que hoje abriga a Secretaria Municipal de Turismo.
Localiza-se na Rua Felizardo Gomes da Costa - Centro.


Praça Feira Mar

Agradável local para descanso. Vista das ilhas e montanhas da Baía de Antonina. Possui ancoradouro (trapiche) – em reforma - e uma praça com magníficas Seringueiras.


Fonte da Carioca (Bairro Laranjeiras)

Tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1969, foi o único meio de abastecimento da cidade desde 1867 até o final da década de 30. Consta que a fonte recebeu a visita do imperador D. Pedro II em 1880, que ali bebeu da fresca e cristalina água, envolta em crenças populares. Está situada no lado esquerdo da Praça Carlos Gomes da Costa e é composta por quatro pequenas torres, um receptáculo de captação da água que ali verte, totalmente coberto e, uma porta de madeira na parte frontal com bonito brasão imperial.


Complexo Industrial Matarazzo

Edificado na primeira década do século XX, teve suas linhas importadas e inspiradas no estilo inglês, é composto pelas instalações de moinhos de trigo, casa da Família Matarazzo, casas para funcionários, escola, e outros. O conjunto arquitetônico é testemunho de uma fase importante da economia do estado - o ciclo da erva-mate. Localiza-se junto ao Porto de Antonina, Avenida Conde Matarazzo.


Porto de Antonina - Terminal Barão de Teffé

Quando do apogeu da erva mate no Paraná, o Porto de Antonina chegou a ser o quarto do Brasil. A queda na produção do mate e a II Guerra Mundial acabaram por deslocar o Centro Portuário do Estado para Paranaguá. Recentemente o Porto passou por uma ampla reestruturação, ampliação e modernização. Visitas somente com autorização e deverão ser previamente agendadas. Telefone: (41) 3432-1448. Localiza-se na Avenida Conde Matarazzo.
15
Terminal Portuário da Ponta do Felix

É o mais moderno terminal para cargas refrigeradas da América do Sul. Investimento da iniciativa privada. Para visitas entrar em contato com a empresa. Telefone: (41) 3432-8000/3432-8057.

16


Praça Coronel Macedo


Antiga Praça da República, foi denominada Coronel Macedo em homenagem ao ilustre Prefeito que dedicou especial cuidado ao mais antigo e belo logradouro da cidade, que possui em seu entorno, diversos monumentos que provam o esplendor do ciclo da erva-mate. O coreto, o chafariz e algumas árvores raras, como duas canforeiras no extremo da praça, próximas à Igreja de Nossa Senhora do Pilar, são algumas de suas atrações, além do busto em bronze e a carta testamento de Getúlio Vargas.


Mercado Municipal

A reconstrução do Mercado Municipal de Antonina tem investimentos de R$ 276 mil, repassados pela Ecoparaná. O prédio, de 900 m², fica no Centro Histórico da cidade, entre a Praça Feira Mar e a Rua Coronel Marçalo.

Pico do Paraná
17
Situado na divisa entre Antonina e Campina Grande do Sul, possui 1962 m, sendo o mais alto do Sul do Brasil. Foi descoberto por Reinhard Maack e conquistado em julho de 1941. Hoje, quando já se comemorou o cinqüentenário de sua conquista, o Pico faz parte do roteiro dos aficionados pelo montanhismo. O ponto culminante pertence a Antonina, podendo ser atingido por trilhas via Bairro Alto ou também via Campina Grande do Sul, pela BR 116. Informações com o Instituto Ambiental do Paraná – IAP Telefone: (41) 3213-3849.


Parque Estadual Roberto Ribas Lange

Envolvendo os municípios de Antonina e Morretes, foi criado em 1994, com aproximadamente 2698 ha, do qual 1009 ha pertenciam ao extinto Parque Estadual Agudo da Cotia. Integra a Área Especial de Interesse Turístico do Marumbi. O acesso é difícil e as escaladas devem ser acompanhadas por guias especializados. Informações Telefone: (41) 3213-3849 (Instituto Ambiental do Paraná – IAP).


Prainha

Praia com aproximadamente 200 m de comprimento e 10 m de largura na baía de Antonina. Possuem águas claras e rasas, vegetação rasteira e elevações junto ao mar. Possuindo área de lazer, lanchonetes, restaurantes, rampa para barcos pequenos, marina, etc. Localiza-se no bairro Itapema, a 4 km do centro. O acesso é pela estrada que vai à Ponta da Pita.


Ponta da Pita

Formação rochosa que avança para a baía é um agradável local de lazer, ideal para pescarias e piqueniques. Localiza-se no bairro Itapema, ao lado da Prainha.


Recanto do Rio do Nunes

18O rio possui 10 m de largura e seu leito é revestido de pedregulhos e água límpida.
Constitui-se em agradável praia fluvial, em áreas gramadas e arborizadas, usadas para acampamentos, possuindo mesas, bancos, churrasqueiras, bar, vestiários e sanitários. Localiza-se a 16 km de Antonina, no Distrito de Cacatu, com acesso pela PR 340.




Bairro Alto


Com seus rios, cachoeiras e densa vegetação, vai se firmando como nova área de lazer e caminhadas ecológicas, não só pelos seus apelos naturais, mas pelo interesse histórico, como os vestígios da antiga Usina Cotia, pelo lugar onde teve início a colonização japonesa no Paraná, ou ainda pelas inúmeras trilhas, como a da Conceição que outrora fazia a ligação entre o local e Apiaí (São Paulo) e cujos trechos remanescentes permitem que se percorra o trajeto entre a Represa do Capivari e o Bairro Alto.


Estrada da Graciosa

A sinuosa Estrada da Graciosa, que atravessa a Serra do Mar ligando Curitiba a Antonina e Morretes, teve sua origem em uma trilha de indígenas que mariscavam no litoral e na época da colheita do pinhão subiam até o planalto.

Este caminho foi utilizado por aproximadamente 200 anos antes do início da construção da estrada, não só pelos índios, mas também por jesuítas e pelos primeiros colonizadores do Estado, no século 17.

19

Ela é recoberta pela Mata Atlântica e rodeada pelo Rio Nhundiaquara. Possui uma flora exuberante e no verão fica recoberta de flores típicas de uma floresta exótica.

Em 1977 foi inaugurado o Parque Turístico da Graciosa, tornando a Estrada uma área de lazer com recantos naturais para piqueniques, estacionamento, sanitários, churrasqueiras e muitas quedas d'água.


Passeio de Litorina


Esta litorina foi construída em 1936 e ainda está em plenas condições de funcionamento. É  a nova proposta no litoral. A litorina une Antonina e Morretes. Segundo nota da Secretaria de Turismo do Paraná, o ramal ferroviário estava abandonado há mais de 15 anos.
20

Em 2003, a América Latina Logística (ALL) iniciou a reforma do trecho e, em 2006, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a operação. A operação do trecho foi inaugurada em 16 de setembro de 2006.

O passeio era feito aos sábados, domingos e feriados, com partidas de Antonina às 9h30 e às 14h30 e partidas de Morretes às 12h00 e às 16h30.

Infelizmente, esse passeio está temporariamente inoperante.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones:
(41) 3077-4280 / 3026-5798 / 8864-6016; no site www.serradomarturismo.com.br ou pelo e-mail turismo@serradomarturismo.com.br.

   
DRS Antonina - 2010