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O Desenvolvimento Regional Sustentável é uma estratégia adotada pelo Banco do Brasil, em parceria com a sociedade, pela qual se busca o desenvolvimento das comunidades, com base em três pilares: Atividade economicamenteviável, ambientalmente correta e socialmente justa.
Antonina escolheu, para o seu primeiro DRS, a atividade econômica da pesca profissional. Após um minucioso levantamento de dados, e reuniões com vários representantes da Comunidade Antoninense, foi elaborado um diagnóstico, onde identificamos os maiores problemas que afetam - direta ou indiretamente - a pesca em nossa cidade, bem como pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades. Foi definida, também, a situação desejável e, em seguida, elaborado um Plano de Ações abrangente. Em outras palavras: “Onde estamos, onde queremos chegar e o que fazer para chegarmos lá”.
Como desdobramento dos três pilares (mencionados acima), as ações planejadas foram agrupadas em cinco áreas de atuação, assim descritas:
- Conscientização, responsabilidade sócio-ambiental e saneamento;
- Capacitação, tratamento do lixo e fiscalização;
- Projetos de viabilidade e estrutura;
- Economia solidária / fortalecimento das Cooperativas de pescados;
- Promoção social / desenvolvimento sócio-econômico.
Para melhor conhecimento, relatamos, abaixo, os objetivos / ações que constam do Plano de Ações:
- Fornecer curso de capacitação técnica e ambiental aos pescadores e marisqueiras;
- Fornecer curso de associativismo / cooperativismo aos pescadores e marisqueiras;
- Realizar estudo visando à implantação do saneamento básico;
- Fazer campanhas de conscientização;
- Promover a retirada de lixo das áreas mais afetadas;
- Instalar pontos de coleta de lixo dos barcos;
- Elaborar projeto de apoio à fiscalização;
- Viabilizar a aquisição de equipamentos para pesca além da Baía de Antonina;
- Viabilizar a instalação de posto náutico de combustível;
- Realizar estudo visando à construção/reforma de píer e rampas;
- Viabilizar a instalação de uma fábrica de gelo;
- Facilitar a aquisição de equipamentos de refrigeração;
- Viabilizar recursos para as Cooperativas de pescados;
- Identificar potenciais compradores para as Cooperativas;
- Apoiar o projeto para a instalação do curtume de pele de peixe;
- Elaborar estudo da situação social das comunidades de pescadores;
- Apoiar o cultivo de pescados (aqüicultura);
- Elaborar projeto para fabricação de ração e/ou farinha de peixe;
- Elaborar estudo para o desenvolvimento das potencialidades da pesca (produtividade, qualidade, etc.);
- Reduzir a exposição dos pescadores e marisqueiras aos riscos de saúde;
- Viabilizar a alfabetização de adultos nas comunidades mais carentes;
- Melhorar a escolarização infantil nas comunidades mais carentes;
- Disponibilizar atendimento médico-odontológico para as comunidades mais carentes;
- Melhorar as condições de habitação das comunidades de pescadores;
- Criar Central de Compras para os agentes da pesca.
Todos os parceiros podem – e devem – acompanhar a execução dessas ações. O Banco do Brasil, por exemplo, tem um sistema onde é registrado o andamento do Plano DRS, bem como os seus beneficiários diretos, de forma que o Banco possa dimensionar, de maneira bastante precisa, o número de brasileiros que são beneficiados com as ações direcionadas à promoção do desenvolvimento sustentável de cada região específica, e do país, como um todo.
Como se pode facilmente notar, à medida que essas ações forem implantadas, as melhorias beneficiarão toda a cidade (e não somente a pesca). Além disso, em um futuro bem próximo, outros DRS serão iniciados e você, que faz parte da Comunidade, pode ajudar a definir qual vai ser o próximo...
É um projeto muito grande, mas algumas dessas ações já estão acontecendo na prática – e muito mais pode acontecer se você acreditar e somar-se conosco. Não fique de fora: embarque nesta empreitada!
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